
Pelo
by night de hoje, em Damasco, FATAH (Harakat al-Tahrir al-
Watani al-
Filastini ) e HAMAS ( Harakat al-Muqawama al-Islamiyya)
encontram-se
"para tentar resolver a crise política palestiniana".
Atentando (helàs!) nos termos noticiosos em questão-citação-situação (simultaneamente branqueando FATAH - o 'presidente palestiniano', diz o Diário Digital de seu representante - e HAMAS enquanto acrónimos significantes) e em sua síntese comunicacional em 46 palavras, título incluído, feita, temos que, do trio avançado (Abbas-Erekat-Meshaal) à citação ela mesma (e não à supraligação noticiosa) de Saeb Erekat "o negociador" («terá lugar à noite») é um tirinho de circunstância. Pela desqualificação tipológica evidente na economia de maiúsculas (minusculizando-se presidências e acronomenclaturas indígenas frisam-se não-reconhecimentos) - porque as formas têm conteúdos - a viagem de Abbas não tem possibilidade sequer de ser enunciada. Porque é Mazen quem se desloca (e só o deslocar-se é sintomático, não?, pressupondo o beneplácito estatal israelita) a Damasco para ver Meshaal (e só o deslocar-se a Damasco para ver Meshaal é sintomático, não?, assumindo sua relevância política sob o beneplácito 'pan'sírio) numa noite de Inverno. Que
adab une estas figuras? Que unidade 'governamenficcional' entre a tempestade secular da FATAH e a Shahada dita pelo HAMAS para uma Nação ocupada? E para duas, na mediação da viagem?
Traduza-se,
for real:
ACRÓNIMOS maiúsculos em Damasco sobre a Síria Palestina antagónicas simétricas agências de agências na unidade-sombra ocupação-soberania