Showing posts with label Wahhabism. Show all posts
Showing posts with label Wahhabism. Show all posts
5.07.2015
6.19.2013
6.18.2013
1.12.2013
RTP's "Portugueses no Mundo" @ Beirute - Working Review
À pergunta se é possível fazer um documentário sobre Beirute sem Sul, respondeu a RTP que sim. Dedicando à capital Libanesa um episódio da sua série 'Portugueses no Mundo', o ainda canal da república portuguesa promoveu um circuito pela cidade e em seu torno, um circuito que importa escrutinar pelo que evidencia mas sobretudo pelo que oculta.
Secil's in the house
Desde logo, como se referiu, o Sul de Beirute prima pela ausência. Mercê da selecção de portugueses residindo em Beirute ou arredores que efectuou, a Sul a equipa da RTP apenas visitou um par de localidades e em cada uma destas um nicho particular, como a unidade cimenteira agora detida pela Secil ["responsabilidade a produzir cimento"] e apresentada pelo nosso interlocutor, director financeiro, como fábrica modelar de convivência inter-religiosa, referindo a questão dos tempos de oração dos muçulmanos como resolvida, embora sem adiantar propriamente como. Na outra deslocação a sul, sudeste de Beirute, casa particular em zona de oliveiras, sua envolvente é referida como a de uma zona envelhecida, que só na altura da apanha da azeitona vê incrementar sua intensidade quotidiana - a maioria da população em idade e condição de, claro está, trabalhando na capital.
Solidere se bem
Se algures houve a expectativa de ver, neste doc., algo fora da box de classe alta, digamo-lo assim, que não nas entrelinhas, debalde intento. Tudo vai bem, apesar dos apesares, é a mensagem a reter, não subliminar mas repetida à saciedade. Apresentar Beirute e o Líbano, como qualquer lugar, a partir de meia dúzia de quotidianos e um par de visitas turísticas (les Jeitta Groutes ou Byblos, por exemplo) não pretende à partida garantir um olhar mais abrangente que por estas linhas se percebe claro que gostaria de ter, ligadíssimo, bem o sei, mas decerto escusaria de ser tão demarcadamente partidário. A melopeia da ode multiculturalista que se escuta sem reservas por entre os edifícios da moda, muitos dos quais com chancela da companhia que intitula o presente fragmento, oblitera o contexto de si própria na vertigem tão cronicamente característica do riquismo, sobretudo do novo. Num país em que tudo é política - e quase tudo é religião -, a apresentação do trance secularista - entendendo a guita do real estate que secularisticamente canibaliza - e modernista - concrete's, hèlas! - da Solidere perde-se sem que Saad Hariri e seu clã, sobretudo - e a coligação M14, at large - sejam sequer nomeados, quanto mais...política e religiosamente relacionados. É que as teias são mais que muitas e só para expor a ligação clientelar Saudi Hariri, Hariri-Geagea, Geagea-Falange & whatnot, um ai lai de ligações. Melhor, mesmo, entende a RTP, deixar cá políticas de fora, let alone oposições que MESMO AGORA, AKA as we speak, são GOVERNO, mais alone ainda o meio milhão ou quê que vive no tal Sul de Beirute, al-Dahiya al-Janubiya, onde 14 de Março não é bem aquela festa.
Festa? Alguém falou em festa?
Hype é que é tabaco. - Tu fumas, Anselmo?
Joggingzinho p'lo calçadão, fy Corniche, o postal da moda - e a moda é TOP -, lá vem o jet LAG da Paris do Médio Oriente. LE GLAMOUR - bynight ATÃO, ontem e hoje! Segundo a nossa interlocutora mais experimentada, "a vida era muito boa", "toda a gente vivia bem". Entre clubes e cabarés, muita socialização, mêmo se bem. OK, a "guerra" e quê, actualiza o registo nossa mais jovem - 39 - interlocutora, perguntando até em seu círculo sobre, mas... tal espírito de festa, MÓ', não tens hipótese, é SUPER! Super-animado, super na moda ("o mais decotado"), super aberto, super internacional,super hospitaleiro... Super enriquecedor! A vida é uma dádiva, a noite é cara ("género garrafas de U$ 2k") mas o ambiente...é de festa contínua.
What happens in Gemmayzeh emulation nights, na marina Zeytouna yes all right, um apartzinho em Kraytem... UPa, get a life!
*
A Síria não está além, no Vale de Biqaa não passada nada. Sul, Sul, Palestina... Qual? 2006 en passant mas não cheiras nada (ou só cheiras movida), look it up. Ou melhor, look it down, no mapa. Isreal, is... facing resistência à séria. Sul-Sul. Por onde passa o caminho para Jerusalém, Bayt ul Maqdis. Trajectórias. Inventariar trajectórias. De onde para onde o quê e como, quando. (...)
*
P.S. - já não há tugas na UNIFIL? Desses no comment, né RTP? É que, you see, para nossa própria segurança, é cena de estado e a tensão é tangível. Oh, lá estás tu, o doc. era sobre Beirute. Pois sim, mas deu para dar uma perninha às grutas e a Byblos. E quê? Lavagem patrimonial, that's all, atiras com o logo da UNESCO e 'tá safo, mas o maior contingente tuga no Líbano esteve ou está ao serviço do estado-maior do exército nacional.
(...)
Secil's in the house
Desde logo, como se referiu, o Sul de Beirute prima pela ausência. Mercê da selecção de portugueses residindo em Beirute ou arredores que efectuou, a Sul a equipa da RTP apenas visitou um par de localidades e em cada uma destas um nicho particular, como a unidade cimenteira agora detida pela Secil ["responsabilidade a produzir cimento"] e apresentada pelo nosso interlocutor, director financeiro, como fábrica modelar de convivência inter-religiosa, referindo a questão dos tempos de oração dos muçulmanos como resolvida, embora sem adiantar propriamente como. Na outra deslocação a sul, sudeste de Beirute, casa particular em zona de oliveiras, sua envolvente é referida como a de uma zona envelhecida, que só na altura da apanha da azeitona vê incrementar sua intensidade quotidiana - a maioria da população em idade e condição de, claro está, trabalhando na capital.
Solidere se bem
Se algures houve a expectativa de ver, neste doc., algo fora da box de classe alta, digamo-lo assim, que não nas entrelinhas, debalde intento. Tudo vai bem, apesar dos apesares, é a mensagem a reter, não subliminar mas repetida à saciedade. Apresentar Beirute e o Líbano, como qualquer lugar, a partir de meia dúzia de quotidianos e um par de visitas turísticas (les Jeitta Groutes ou Byblos, por exemplo) não pretende à partida garantir um olhar mais abrangente que por estas linhas se percebe claro que gostaria de ter, ligadíssimo, bem o sei, mas decerto escusaria de ser tão demarcadamente partidário. A melopeia da ode multiculturalista que se escuta sem reservas por entre os edifícios da moda, muitos dos quais com chancela da companhia que intitula o presente fragmento, oblitera o contexto de si própria na vertigem tão cronicamente característica do riquismo, sobretudo do novo. Num país em que tudo é política - e quase tudo é religião -, a apresentação do trance secularista - entendendo a guita do real estate que secularisticamente canibaliza - e modernista - concrete's, hèlas! - da Solidere perde-se sem que Saad Hariri e seu clã, sobretudo - e a coligação M14, at large - sejam sequer nomeados, quanto mais...política e religiosamente relacionados. É que as teias são mais que muitas e só para expor a ligação clientelar Saudi Hariri, Hariri-Geagea, Geagea-Falange & whatnot, um ai lai de ligações. Melhor, mesmo, entende a RTP, deixar cá políticas de fora, let alone oposições que MESMO AGORA, AKA as we speak, são GOVERNO, mais alone ainda o meio milhão ou quê que vive no tal Sul de Beirute, al-Dahiya al-Janubiya, onde 14 de Março não é bem aquela festa.
Festa? Alguém falou em festa?
Hype é que é tabaco. - Tu fumas, Anselmo?
Joggingzinho p'lo calçadão, fy Corniche, o postal da moda - e a moda é TOP -, lá vem o jet LAG da Paris do Médio Oriente. LE GLAMOUR - bynight ATÃO, ontem e hoje! Segundo a nossa interlocutora mais experimentada, "a vida era muito boa", "toda a gente vivia bem". Entre clubes e cabarés, muita socialização, mêmo se bem. OK, a "guerra" e quê, actualiza o registo nossa mais jovem - 39 - interlocutora, perguntando até em seu círculo sobre, mas... tal espírito de festa, MÓ', não tens hipótese, é SUPER! Super-animado, super na moda ("o mais decotado"), super aberto, super internacional,super hospitaleiro... Super enriquecedor! A vida é uma dádiva, a noite é cara ("género garrafas de U$ 2k") mas o ambiente...é de festa contínua.
What happens in Gemmayzeh emulation nights, na marina Zeytouna yes all right, um apartzinho em Kraytem... UPa, get a life!
*
A Síria não está além, no Vale de Biqaa não passada nada. Sul, Sul, Palestina... Qual? 2006 en passant mas não cheiras nada (ou só cheiras movida), look it up. Ou melhor, look it down, no mapa. Isreal, is... facing resistência à séria. Sul-Sul. Por onde passa o caminho para Jerusalém, Bayt ul Maqdis. Trajectórias. Inventariar trajectórias. De onde para onde o quê e como, quando. (...)
*
P.S. - já não há tugas na UNIFIL? Desses no comment, né RTP? É que, you see, para nossa própria segurança, é cena de estado e a tensão é tangível. Oh, lá estás tu, o doc. era sobre Beirute. Pois sim, mas deu para dar uma perninha às grutas e a Byblos. E quê? Lavagem patrimonial, that's all, atiras com o logo da UNESCO e 'tá safo, mas o maior contingente tuga no Líbano esteve ou está ao serviço do estado-maior do exército nacional.
(...)
3.06.2012
Para impedir um Irão nuclear, x dias mais, dizem os gurus sionistas e os apaniguados. Intel e contra-intel mais os calendários da praxe - US Elections e alinhamentos Primaveris de eleição onde dá jeito e só se der jeito - na expectativa dessa outra Primavera real, a da fabricação de um motivo e de um ataque subsequente.
É uma luta desigual, é, a que opõe o Irão ao '€uro-£iberali$mo' mUNdial em Árabe 'moderado' pelos sócios da Península, dos clubes Emirados ao Feudo-mor Saudita. Onde ela se trava realmente*, porém, há esperança - e o tempo é outro, outras as estações-
* no <3 dos crentes
2.23.2012
Portas à Alentejana
No passado dia 15 de Fevereiro, o Ministro dos Negócios Estrangeiros Tuga, Paulo Portas, recebeu em Lisboa seu homólogo Tunisino, Rafik Abdessalem, para um "almoço de trabalho". E qual foi a ementa do repasto?
Atendendo à especificidade religiosa do visitante (e do homólogo, dir-se-ia, tomando-o como cristão e caso Lv 11:7 fizesse algum sentido na prática local), fácil seria apontar qual não foi, excluindo todos os (muitos) pratos cá do burgo que fazem de tal alimária a regra.
Contudo, parece que deu mesmo suíno repasto, a confiar numa rubrica que inopinadamente (ya!) apanhei na Frequência Modelada (88.8) hoje de manhã *. Um exemplo cabal de incompetência gastronómica - política e diplomática - de uma República Portuguesa que mediante sua (sub)representação coordenada no Magrebe (5+5!, yet mais uma tanga 'Euro-Mediterrânica' que só serve meia dúzia de apparatchiki - veja-se a propósito desinformador o relato do Diário de S. Paulo, que passa o Tunisino pelo Turco!) se limita a reproduzir €uro-directivas sem um módico de independência.
Aqui é assim, sr. Ministro Tunisino, tolerância oblige, com sorte come a sopa e a sobremesa. Ooops, caldo verde, deixe, uma fatia de tarte de alfarroba e está servido, vamos a um...Porto de Honra?
Quê, está tudo ligado? Ah pois não. Gerações de 'estadistas' de pacotilha alimentadas e alimentando (o que comes, o que c****...) orientalistas de cada vez menor craveira fazem com que, por exemplo e retomando o enfoque maior da actualidade 'Árabe', sejam luminárias como Nuno Rogeiro quem dite (traduza) acriticamente os comunicados das Agências e ONGs de serviço, a empresa sionista está bem e recomenda-se segundo as elites de cá.
Enquanto debita reproduções de quem enche o bandulho com o sangue de milhares de mortos citado pelos próprios carniceiros (cosmeticamente apelidados de 'Exército da Síria Livre' e que tais, clássica lavagem novilinguística) serve a Rep. Tuga um patronato alheio a seus matizes e a suas matrizes históricas, renegando por omissão o que em tempos foi bem vívida relação, para o bem e para o mal, que aqui se não cantam mas questionam tais feitos, como quem questiona: quanto mais até poder reunir em Portugal representantes de TODOS os países de língua Árabe? Pergunte-se a quem faz da subserviência a tiranetes (sim, Sauditas & que tais o são) simulacro de sadio relacionamento. Enchendo o bandulho, lá está, de mais ou menos enchidos.
*: Após amável e pronto esclarecimento da Vagos FM, eis a linkagem da gaffe Porcina/Portina:
Atendendo à especificidade religiosa do visitante (e do homólogo, dir-se-ia, tomando-o como cristão e caso Lv 11:7 fizesse algum sentido na prática local), fácil seria apontar qual não foi, excluindo todos os (muitos) pratos cá do burgo que fazem de tal alimária a regra.
Contudo, parece que deu mesmo suíno repasto, a confiar numa rubrica que inopinadamente (ya!) apanhei na Frequência Modelada (88.8) hoje de manhã *. Um exemplo cabal de incompetência gastronómica - política e diplomática - de uma República Portuguesa que mediante sua (sub)representação coordenada no Magrebe (5+5!, yet mais uma tanga 'Euro-Mediterrânica' que só serve meia dúzia de apparatchiki - veja-se a propósito desinformador o relato do Diário de S. Paulo, que passa o Tunisino pelo Turco!) se limita a reproduzir €uro-directivas sem um módico de independência.
Aqui é assim, sr. Ministro Tunisino, tolerância oblige, com sorte come a sopa e a sobremesa. Ooops, caldo verde, deixe, uma fatia de tarte de alfarroba e está servido, vamos a um...Porto de Honra?
Quê, está tudo ligado? Ah pois não. Gerações de 'estadistas' de pacotilha alimentadas e alimentando (o que comes, o que c****...) orientalistas de cada vez menor craveira fazem com que, por exemplo e retomando o enfoque maior da actualidade 'Árabe', sejam luminárias como Nuno Rogeiro quem dite (traduza) acriticamente os comunicados das Agências e ONGs de serviço, a empresa sionista está bem e recomenda-se segundo as elites de cá.
Enquanto debita reproduções de quem enche o bandulho com o sangue de milhares de mortos citado pelos próprios carniceiros (cosmeticamente apelidados de 'Exército da Síria Livre' e que tais, clássica lavagem novilinguística) serve a Rep. Tuga um patronato alheio a seus matizes e a suas matrizes históricas, renegando por omissão o que em tempos foi bem vívida relação, para o bem e para o mal, que aqui se não cantam mas questionam tais feitos, como quem questiona: quanto mais até poder reunir em Portugal representantes de TODOS os países de língua Árabe? Pergunte-se a quem faz da subserviência a tiranetes (sim, Sauditas & que tais o são) simulacro de sadio relacionamento. Enchendo o bandulho, lá está, de mais ou menos enchidos.
*: Após amável e pronto esclarecimento da Vagos FM, eis a linkagem da gaffe Porcina/Portina:
11.21.2007
8.03.2007
Moderation Setting, Standards
"If you want a serious interrogation, you send a prisoner to Jordan. If you want them to be tortured, you send them to Syria. If you want someone to disappear - never to see them again - you send them to Egypt."
former CIA agent, cited in Out of Control, by MARJORIE COHN
P.S. - Left to say, completing the Arab reference so-called Moderate Quartet. Hmm... Let's see. Try to say it as USstated. Easy, huh?
If you want Middle East control, you just assure Saudi self clique self keeps meeting your modern-tolerance index, placing itself ism (abdWahhab) and dollar-alligneds.
Oh, the moderate luminaries of the world, united stations of fucking krácias
1.27.2007
Churchill Rules (Ya Florêncio?!)
Na Introdução a Sufis Y Sufismo: Una defensa de Shaykh ‘Abdul-Hayy al-‘Amrawi & Shaykh ‘Abdu’l-Karim Murad da Mesquita de Qarawwiyin, Fez. Marrocos, diz Shaykh Abd al-Qadir as-Sufi que
A verdade é que a posição dos wahhabis é a da abolição do Califado, como Mustafa Kemal e o Ocidente. A abolição, portanto, do Zakat. A abolição dos madhabs e, em consequência, do governo e da Lei Islâmica. A abolição da Jizya e a entrega da soberania do Din. A abolição d’at-Tasawwuf, destroçando assim o ‘Adab muçulmano, a Iman e a Ihsan. Negam categoricamente, assim mesmo, a realidade da historicidade do Islão como religião mundial por quase mil e quatrocentos anos, denunciando todo o conjunto de sociedades islâmicas não árabes como corruptas e kafir. Esta realidade, por seu turno, vela aos muçulmanos o feito de que os wahhabis se encontram no coração do novo capitalismo, com suas riquezas e matérias primas vinculadas ao sistema bancário que procede torpemente até ao naufrágio, sob a realeza de uma família traidora e rebelde que traíu seu Bayat com o Sultão Islâmico para se apoderar do reino às mãos de um alcoólico Churchill, ele mesmo um refém do sionismo e da esquerda.
Insultuosa alegação acima sublinhada? Só na medida em que ser 'alcoólico' é tomado como insulto. Ya Florêncio, na desligues a ANT para ler Shaykh al-Murabit (let alone Churchill himself or whatever for the matter:
Água (eu quero é cálcool prize):
"The water was not fit to drink. To make it palatable, we had to add whisky. By diligent effort, I learnt to like it".
Diplomacia (conveniência por condição):
"The reason for having diplomatic relations is not to confer a compliment, but to secure a convenience".
Democracia (o menos mau 'sistema'?!):
"The best argument against democracy is a five-minute talk with the average voter".
Modernidade (ad nihil):
"The reserve of modern assertions is sometimes pushed to extremes, in which the fear of being contradicted leads the writer to strip himself of almost all sense and meaning".
+: wikiquote
Mais que a c'álcoolfilia de Sir Winston Churchill, afiram-se suas psicoactividades em soundbites de sensatez sublinhadas falências categóricas: 'diplomáticas'-'democráticas'-'modernas'.
Descontextualizado? Ya, Florêncio..
Subscribe to:
Posts (Atom)
antarab
Qulumryya


